“Não há regras de boas fotografias, existem apenas boas fotografias.”

Ansel Adams


Henri Cartier Bresson

É considerado por muitos o pai do fotojornalismo, ganhou sua primeira câmera logo quando criança produzia inúmeros instantâneos. Bresson pintava também e foi a Paris em um estúdio onde estudava artes.

 

Com 22 anos em 1931, Bresson viajou ate a África, ainda ficou um ano caçando, mas teve de voltar à França devido a uma doença tropical. Bresson se inspirou na fotografia através de uma foto de Martin Munkacsi publicada em uma revista em 1931, a foto eram três rapazes negros correndo ate o mar.

Cartier Bresson serviu o exército francês quando começou a Segunda Guerra Mundial. Ele foi capturado durante invasão alemã e levado para um campo de prisioneiros de guerra. Tentou fugir duas vezes e apenas na terceira vez conseguiu de fato fugir de lá. Juntou-se a resistência Francesa por sua guerrilha por liberdade. Em 1947 quando tudo estava em paz, Bresson fundou a agencia de fotografia Magnum juntamente com Robert Capa, Deivid Seymour, Bill Vandivert e George Rodger, e também começou a desenvolver mais sofisticadamente seu trabalho.Bresson foi contratado para viajar o mundo fotografando por revistas como Vogue, Harper’s Bazaar e Life. Tornou-se o primeiro fotografo da Europa Ocidental por registrar a vida da União Sovietica.

        

Fotografou após a Revolução Cultural os eunucos imperiais chineses e também os últimos dias de Gandhi.

     

Vários livros foram lançados com seus trabalhos na década de 50, um deles um dos mais importantes “images à la Sauvette. Em 60 uma homenagem forte a fotografia aconteceu uma exposição com quatrocentos trabalhos de Bresson nos estados unidos.

 

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